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Wednesday, June 24, 2009
Saturday, June 20, 2009
Aracaju: Dia 1
4 horas de carro. Dá pra sobreviver. Música boa e um ocasional cochilo. Eu e Mari, irmãs de óculos branco.PS que esse óculos que eu estou usando na foto é o que Nina me mandou de aniversário. =)
Pepe muito louco de virote, lançando raios de fogo a torto de a direito... mas ele é meu amigo e eu aturo (até certo ponto).
Passeio pela orla de Aracaju de "trenzinho".A orla é bonita e bem cuidada, cheia de restaurantes e estátuas e a areia da praia tem quilômetros... Chega dá vergonha da orla mal-cuidada de Salvador.
Aquele licorzinho que não podia faltar... (enquanto não me obrigam a entrar pro AA eu vou aproveitando)Homenágem a pomba-gira?
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Sunday, June 14, 2009
O Mar me chama 2

Comi acarajé e tinha gosto de saudade.
Mas essa pré-saudade é uma saudade boa... Significa que eu já estou me preparando antecipadamente pra partir. Significa que eu quero ir. Significa que eu mal posso esperar para ir.
(esse parapaint passou bem do meu lado. Foi emocionante, de uma certa maneira, mas tive medo que ele fosse cair em cima de mim)
Friday, June 12, 2009
O Mar me chama
Eu moro em Salvador, uma cidade a beira-mar. Nasci e quase sempre morei em Salvador, a cidade a beira-mar. As estradas se guiam pelo desenho da costa e eu me guio pelas estradas e, mesmo assim, na maioria das vezes não olho para o mar que é lindo. Há vezes em que é verde-esmeralda, há vezes em que é azul-royal. Há vezes em que é um dégradé de azuis e verdes, há vezes em que se confunde com o céu de tão anil ou de tão cinzento.

O que importa é que é lindo e ilumina a cidade tanto quanto o céu azul.

Hoje eu quis ficar perto do mar como uma perdida quer achar a própria casa.
Sobre a areia da praia o céu estava cheio de nuvens, e mesmo assim o sol brilhava entre uma promessa de tempestade e outra. Nunca gostei de andar na praia, mas hoje andei como se estivesse voltando para casa. Obstinada, eu me tornei incansável.
E então, entre uma concha e outra, descobri porque o mar estava me chamando: ele queria se despedir de mim e eu queria me despedir dele.

Cada concha foi um adeus... para a areia morna que acaricia os pés, para o sol que esquenta e queima a pele de uma maneira tão deliciosa, para a imensidão azul que sempre guiou meus caminhos (e os caminhos dessa cidade), para a bahianidade, para a maravilha que é salvador.
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