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Friday, September 2, 2011

sobre palavras, delírios e o passado

repeat the same word over and over and it loses its meaning
Egypt
Egypt
Ejípit
Êjipt

Contrast
Contrast
Contrast
Cron...
Contas...
Cron...
Contrast

time periods
time periods
times periods
times...
time...
time...
time period
times periods
time period

buuuuuurial
buwwwwwwrial
bééééérial
bérial
burial
burial
burial

I repeat the same word over and over. Over and over. Over and over. The sounds changes. What was a saying again? I don't know. I forgot. The meaning was just there, but then it lost. I never felt foreigner. Am I foreign? I am living here for two year. I know the streets, I know the smells, I know the language. Do I know the language?

No.

I don't like to talk in english. I don't mind writing, though. I am always shy to open my mouth and have my tongue stumble inside it.

Deveria eu escrever em português?

Não.

I stumble, I will stumble and that's part of it. Everyday it gets a little better, but it's never enough.

I remember when I started reading in english. How old was I? But nothing taught me any more english than my mute books. The mutes taught me how to talk. And I talk.

After I quit trying to speak english like a native, like a Texan, things made me thing about the past.




Sunday, August 9, 2009

здоровье

 


Porque здоровье significa alegria, loucura, vodka, melhor amigo, e que nós sempre seremos aquilo que somos WBF: worst best friend 4 eva and eva!

Detalhe pra nossas caras de gongados do processo da fabricação da tattoo! XD

Pepe, vc é meu bê fê fê, mesmo separados, não importa a distância.

Sunday, July 26, 2009

Família é pra isso...

... para os momentos de carinho, onde o amor é tanto que aparece nas fotografias:

Vou sentir falta da família. Dos sorrisos do sobrinho, dos abraços do pai, das tretas com os irmãos... de tia Fátima me paparicando, de vó Nilda me contando histórias fantásticas sobre a juventude de meu pai, dos momentos de serenidade com a mãe...

Vou sentir falta, também, das famílias que não as são minhas, mas que me abraçaram como se fossem: família Pepe, Menezes e Pithon...

Vou sentir falta dos amigos que estão comigo sempre, minhas Adagas Voadoras do coração: Pepe, Anuxa e Grazie... E das adagas que já voaram antes de eu voar: Lhulhu, Nanny e Will...

Vou sentir falta dos amigos que eu fiz por último, ou que eu me aproximei de verdade por último, e que eu desejo que houvessemos nos aproximando antes e dos amigos que não vejo tanto quanto gostaria de deveria, mas que sabem que minha amizade é sincera e profunda... tanto tempo desperdiçado não estando juntos: Belle, Dani, Lalai...


Minha despedida é neste sábado, dia 1° de Agosto, espero rever a maioria das pessoas que eu quero sempre perto de mim, mesmo que só em pensamento.

Sunday, July 5, 2009

Parabéns, Grazie!

Grazie, minha linda do cuore... Neste seu dia só tenho uma coisa a te dizer:

quanto é 2x1?

Vou tentir muita falta sua! Não quer se mudar por Texas comigo, não? Se mude, por favor.

Friday, June 26, 2009

Parabéns, Matheus!


Dia 26 de Junho meu sobrinho lindo do coração, Matheus, completou seu primeiro ano de vida.

O que significa um ano? Riso fácil, olhar curioso, passinhos desajeitados, palavras incompletas...

É uma pena que eu vá ter que ser a tia distante, aquela que só se conhece pelas fotos e cartas e pela ocasional visita. Toda vez que eu voltar para casa vou encontrar um novo Matheus, diferente do que eu vi pela última vez.

Mas por hora eu pude estar no aniversário dele e vê-lo brincar com seus presentes e ficar espantado com a quantidade de balões (graças ao "pequeno" exagero de tia Fátima, a avó mais coruja da face da terra).

Parabéns, Matheus.

Sunday, June 14, 2009

O Mar me chama 2


Comi acarajé e tinha gosto de saudade.

Mas essa pré-saudade é uma saudade boa... Significa que eu já estou me preparando antecipadamente pra partir. Significa que eu quero ir. Significa que eu mal posso esperar para ir.

(esse parapaint passou bem do meu lado. Foi emocionante, de uma certa maneira, mas tive medo que ele fosse cair em cima de mim)

Friday, June 12, 2009

O Mar me chama

Eu moro em Salvador, uma cidade a beira-mar. Nasci e quase sempre morei em Salvador, a cidade a beira-mar. As estradas se guiam pelo desenho da costa e eu me guio pelas estradas e, mesmo assim, na maioria das vezes não olho para o mar que é lindo. Há vezes em que é verde-esmeralda, há vezes em que é azul-royal. Há vezes em que é um dégradé de azuis e verdes, há vezes em que se confunde com o céu de tão anil ou de tão cinzento.


O que importa é que é lindo e ilumina a cidade tanto quanto o céu azul.


Hoje eu quis ficar perto do mar como uma perdida quer achar a própria casa.
Sobre a areia da praia o céu estava cheio de nuvens, e mesmo assim o sol brilhava entre uma promessa de tempestade e outra. Nunca gostei de andar na praia, mas hoje andei como se estivesse voltando para casa. Obstinada, eu me tornei incansável.
E então, entre uma concha e outra, descobri porque o mar estava me chamando: ele queria se despedir de mim e eu queria me despedir dele.


Cada concha foi um adeus... para a areia morna que acaricia os pés, para o sol que esquenta e queima a pele de uma maneira tão deliciosa, para a imensidão azul que sempre guiou meus caminhos (e os caminhos dessa cidade), para a bahianidade, para a maravilha que é salvador.